Pai José da Bahia

Paulo Oliveira (Pai José da Bahia)

 

Nasceu no Sertão Baiano, na cidade de Caraíbas. Feito e criado no Candomblé, porém já foi Seminarista, freqüentou várias denominações evangélicas, mas consagrou-se na Umbanda.

 

Hoje é fundador do seu Templo das Profecias, sob orientações dos Espíritos da Luz. Sua vida é experiência com Deus e com o Diabo. Uma vez que ele afirma já ter conversado com o Capeta.

 

Uma frase que Paulo Oliveira admira:

“Quem desafia a Deus no céu, agrada o Satanás no Inferno”

 

“Fiquei conhecido como Pai José da Bahia por ter visões. E muitas delas resolvi publicar... algumas comentar... e outras prefiro não falar a respeito, pois quando me lembro do que vejo, fico com tanto medo que até me gelo todo”, diz Pai José.

 

“As vezes, na frente do Consulente, costumo comentar algumas visões com alguém mais próximo, as vezes com amigo ou colega, porém algumas visões apontam para o caminho de uma interrupção porque na vida terrena só creio que há interrupção dos fatos, nunca uma solução definitiva, mas uma salvação sempre temos, ou uma luta pela frente ou um novo caminho a buscar seja lá por qual motivo for, pois o tempo não pára”, diz Pai José.

 

“Recebi um contato em que um espírito da Falange de Zé Pilintra dizia que o Presidente Lula venceria as eleições, apesar de tudo que estava passando no momento/dificuldades, mais tudo o que vivemos na política Brasileira, e que a Bahia teria um novo comando entre outros assuntos, porém se eu quisesse ver isto acontecer, era preciso trabalhar muito. Fiz tudo conforme profetizado e os Deuses com certeza ouviram e deram seus veredictos finais”, afirma Pai José.

 

“Atenção, sempre que falo ou faço alguma previsão, aponto também como fazer para que tal mal não se torne tão mal. Cabe as partes interessadas no assunto quererem combater o mal que irá lhes prejudicar. Certo de que somente eu terei o conhecimento total, nunca faço previsões apenas para B ou C, salve quando consultado em particular, porém, não trabalho para dois lados ao mesmo tempo, e quem primeiro nos contata em caso de jornais, tvs e rádios ou no Santuário, mostro os dois caminhos, acredita quem quer e me procura quem crê”, explica Pai José.

 

“Como Paulo Oliveira, me sinto livre para falar o que penso e viver normalmente a minha vida particular, de um ser humano com defeitos e acertos, e nunca confundo as minhas obrigações religiosas e espirituais com a minha vida particular de um ser humano comum. Perdi o medo de tudo e busquei a coragem de um caçador, a força de um sonhador e estou seguindo em frente, pronto para ajudar você dentro dos meus limites e conhecimentos, sem distinção, porque somos o que realmente queremos ser. As vezes me sinto muito feliz em ser médium e as vezes sirvo para evitar uma tragédia, afinal quantas já evitei...! Outras vezes anunciei e outras me calei e só esperei a explosão”, declara Pai José.

 

“Hoje existem dezenas de pessoas que confirmam no meu trabalho, mas há muito por fazer. Se eu pudesse, resolveria os problemas de todos que me procuram, mas nem sempre é possível, porque tenho os dons das profecias e nunca sou dono dos milagres. Bem, meu avô era zelador, minha avó zeladora, meu pai era Ogam, minha mãe era zeladora e tenho um tio Ogam. Eu tentei ser Padre, mas não foi possível... Padre estaria com os Santos, mas não poderia ter estas visões, então resolvi ser zelador e, então, conheci os meus mestres que é José Carlos Baroni de Oxum Maré e Tereza Barone de Xago. A partir de muitos rituais, e de uma longa preparação, nasceu Paulo R. C. Oliveira de Oshossi, o Pai José da Bahia. Bem, em breve publicarei meu livro, que estará nas bancas... faltam alguns acertos com a Editora e lá contarei muito mais sobre meu dia-a-dia”, conclui Pai José.

 

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